O vento gelado matratando meu rosto. Um calor interno explodindo meu ser. A visão de um monte defronte a um vale. A saudade vazia. O medo covarde.
Paradoxos e antíteses brigando dentro de mim e constituindo a paisagem sinestésica encontrada por meus olhos vazios e associada por meus neurônios ativos. Uma tentativa gritante de reconstruir um vazio e nesse vazio a completude do que se perdeu no ar... Nas pulsalinimidades ocultas encontro o que fui. Talvez por jamais ter sido, talvez por jamais ter perdido. E por fim, em meio a encontros e desencontros entendo a verdade gritante e conclusiva de que a vida talvez seja o próprio paradoxo mascarado pela antítese do viver. Meus olhos enxergam a vida, meu ser sente o vazio. Estou completa.
Paradoxos e antíteses brigando dentro de mim e constituindo a paisagem sinestésica encontrada por meus olhos vazios e associada por meus neurônios ativos. Uma tentativa gritante de reconstruir um vazio e nesse vazio a completude do que se perdeu no ar... Nas pulsalinimidades ocultas encontro o que fui. Talvez por jamais ter sido, talvez por jamais ter perdido. E por fim, em meio a encontros e desencontros entendo a verdade gritante e conclusiva de que a vida talvez seja o próprio paradoxo mascarado pela antítese do viver. Meus olhos enxergam a vida, meu ser sente o vazio. Estou completa.