O que fazer quando a utopia se desfaz, quando as ideologias se recaem sobre minhas dores e os sonhos calados e materializados de um vazio inconstante desabam diante de meus olhos -há muito cegos para a realidade-?
Como lidar com a dor que desatina em uma alma causticada, que querendo chorar se contém? Como lidar com lágrimas que jamais rolaram por uma face, pois essa face já não existe?
Como lidar com a inconstância de minhas possibilidades, e com uma segurança que em momento algum existiu? Como voltar depois de tanto tempo, e depois de tanta vivência deixar de viver?
O que fazer quando os sentimentos são absurdamente ignorados, e permaneço como pedra em um caminho de pedras, pisoteada e largada, comumente ignorada?
Como reconstruir um mundo que sendo sólido, se desfez no ar? O que é sólido? O que é segurança? O que é sentir pra mim? O que é sentir pro outro?
Meus pés tocam um chão que se reconstrói diante de pegadas alheias a mim. Não é o fim, nada é o fim. É o começo de uma dor que me cura, de um sofrimento que me refaz. Permaneço como pedra, inane, imóvel, abandonada, me desfaço e refaço diante dos olhos de quem sequer me vê.
Como lidar com a dor que desatina em uma alma causticada, que querendo chorar se contém? Como lidar com lágrimas que jamais rolaram por uma face, pois essa face já não existe?
Como lidar com a inconstância de minhas possibilidades, e com uma segurança que em momento algum existiu? Como voltar depois de tanto tempo, e depois de tanta vivência deixar de viver?
O que fazer quando os sentimentos são absurdamente ignorados, e permaneço como pedra em um caminho de pedras, pisoteada e largada, comumente ignorada?
Como reconstruir um mundo que sendo sólido, se desfez no ar? O que é sólido? O que é segurança? O que é sentir pra mim? O que é sentir pro outro?
Meus pés tocam um chão que se reconstrói diante de pegadas alheias a mim. Não é o fim, nada é o fim. É o começo de uma dor que me cura, de um sofrimento que me refaz. Permaneço como pedra, inane, imóvel, abandonada, me desfaço e refaço diante dos olhos de quem sequer me vê.