Olho para o vazio e nele me encontro. A ausência se foi, me resta o vazio. A materialização dos sonhos incautos, o retorno à um passado incompleto e nele a completude do que se perdeu no ar.
As máscaras criadas para esconder uma dor recíproca. Uma auto-suficiência insegura, e os questionamentos profundos de uma vida superficial. Olhares alheios e distantes não tem conhecimento do que se passa nas proximidades de um ser vazio.
Uma dor que foge da razão. Um viver que busca oculta-la, mas a insistência dos sonhos persistem em lembrar-me de sua existência. E nas frestas instauradas nas entrelinhas de minha alma a prova de que não há como fugir daquilo que não foge de mim. Minhas utopias desfeitas, meus sonhos desmascarados, o vazio...
Encontro o vazio e nele me refaço. Aquela falta... E as projeções projetadas no que me era escamoteável retornam até mim. Me deparo com o que sou, extensões de minha alma desenganchadas se engancham em novamente nela. O peso esmagador de ganchos ora desenganchados, ora reenganchados.
Já não fujo da dor. Me reconstruo nela. E aquela ausência que me parecendo tão próxima me trouxe até o distante, e aquela distância que tão engambelante me remete ao vazio... E um vazio que tão grande me retorna à mim. A grandeza de uma alma vazia. A pedra que sou, a pedra que fui e a pedra que me tornei.
As máscaras criadas para esconder uma dor recíproca. Uma auto-suficiência insegura, e os questionamentos profundos de uma vida superficial. Olhares alheios e distantes não tem conhecimento do que se passa nas proximidades de um ser vazio.
Uma dor que foge da razão. Um viver que busca oculta-la, mas a insistência dos sonhos persistem em lembrar-me de sua existência. E nas frestas instauradas nas entrelinhas de minha alma a prova de que não há como fugir daquilo que não foge de mim. Minhas utopias desfeitas, meus sonhos desmascarados, o vazio...
Encontro o vazio e nele me refaço. Aquela falta... E as projeções projetadas no que me era escamoteável retornam até mim. Me deparo com o que sou, extensões de minha alma desenganchadas se engancham em novamente nela. O peso esmagador de ganchos ora desenganchados, ora reenganchados.
Já não fujo da dor. Me reconstruo nela. E aquela ausência que me parecendo tão próxima me trouxe até o distante, e aquela distância que tão engambelante me remete ao vazio... E um vazio que tão grande me retorna à mim. A grandeza de uma alma vazia. A pedra que sou, a pedra que fui e a pedra que me tornei.