Sinto medo.. Do sonho que se desfaz no palpitar do coração. Da vida que se esvai ao som do entardecer. Da angústia que se acolhe nos entremeios do fim.
Sinto medo... Da nostalgia obsoleta que massacra o tempo vivenciado. Do pretérito que oculta as artimanhas do futuro. Da felicidade barata oprimida pela rotina. Do pavor que se abriga nas lacunas do sentir.
Sinto medo... De uma coragem imperfeita mesclada à covardia. Das lágrimas que se perdem no soar das vibrações. Da vida ruminada que se desmancha nos compassos dos ecos.
Sinto medo... De temer o improvável, de querer vazios, de amar desvarios, da solidão. De lágrimas acalentadas, da mesmice destrutiva, de sorrisos e sofismas, da indiferença.
Sinto medo de me perder na multidão, de me familiarizar com a solidão, de querer me esconder. De passos em falso, de amores distantes, de amantes semotos, da nostalgia do existir.
Sinto medo.
Sinto medo... Da nostalgia obsoleta que massacra o tempo vivenciado. Do pretérito que oculta as artimanhas do futuro. Da felicidade barata oprimida pela rotina. Do pavor que se abriga nas lacunas do sentir.
Sinto medo... De uma coragem imperfeita mesclada à covardia. Das lágrimas que se perdem no soar das vibrações. Da vida ruminada que se desmancha nos compassos dos ecos.
Sinto medo... De temer o improvável, de querer vazios, de amar desvarios, da solidão. De lágrimas acalentadas, da mesmice destrutiva, de sorrisos e sofismas, da indiferença.
Sinto medo de me perder na multidão, de me familiarizar com a solidão, de querer me esconder. De passos em falso, de amores distantes, de amantes semotos, da nostalgia do existir.
Sinto medo.