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sábado, 8 de outubro de 2011

Inteligência ?

Era um momento negro para o pai da teoria evolucionista. Charles Darwin se deparava agora com o que muitas vezes ele mesmo denominou "um processo de seleção natural". Ele estava perto da morte, perto do momento em que daria o seu último suspiro, até que sua vida se dissiparia por completo. Aquele homem que por tanto tempo se considerou auto-suficiente, passava agora a lidar com a angústia, com a solidão e com o desespero da morte. O que Charles disse nesses momentos? "Yees, essa é a lei da vida os mais fortes sobrevivem!" Não, não foi isso que ele disse. Entre náuseas, vômitos e dor, Darwin gritava "Meu Deus, meu Deus!"
Por que a existência de Darwin contradisse sua própria teoria? Por que em seus derradeiros momentos o pai da evolução se apegou tão fortemente a vida, a ponto de negar em poucos segundos tudo aquilo em que creu e defendeu a vida inteira?
O que proporciona descrédito a teoria deles, da margem e razão a nossa teoria.
Que contraste entre a morte de Charles Darwin e a morte de Davi por exemplo. Enquanto Darwin clamava por Deus em uma tentativa desesperada de redimir a sua existência, enquanto Darwin sentia a angústia, a solidão e o fim eterno de sua existência, Davi em suas últimas palavras descrevia Deus como "Aquele que remiu a minha alma de toda a angústia". Não havia medo, havia paz. Que contradição, que diferença, que contraste entre o pai da evolução -o renomado cientista- e um homem que simplesmente entregou a vida a Deus e pode ver sua angústia se dissipar.
Talvez a explicação para isso tudo esteja exatamente na natureza da morte. Talvez a proximidade da morte revele quem nós realmente somos. No caso de Darwin, revelou o quanto ele sentiu ao longo de toda a sua vida essa necessidade de Deus. No caso de Davi, revelou o quanto ele aprendeu a confiar em Deus durante toda a sua vida.
É por isso que Deus é a lógica da minha vida. O pai da evolução foi tão inteligente, mas ao mesmo tempo tão limitado racionalmente, a ponto de ignorar suas próprias necessidades. Aprendi por meio disso que tentar trocar Deus por uma simples engabelança não faz o mínimo sentido, a maior demonstração de inteligência está em entender nossas próprias limitações e o quanto dependemos de um Ser superior a nós mesmos para suprir nossas necessidades.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Eu já não sinto mais medo

Fui dormir preocupada.. Era mais um desses dias em que a gente tem mil e uma perguntas, e nenhuma resposta...
Peguei no sono, e sonhei que estava em um lugar escuro... Neste lugar chovia, e caiam raios por todas as partes. Vi que todas as pessoas estavam lá. Eu senti medo, senti angústia, e achei que eu estava perdida em um labirinto escuro, sem ter qualquer perspectiva de encontrar a saída. Foi nesta situação que alguém me disse que eu não precisaria ficar ali, porque quando eu leio o que Deus tem pra me dizer através da bíblia, eu sou "transportada" para outro ambiente.
Depois de ouvir isso, Deus apareceu -eu não O vi mas sabia que era ele-, e me levou pra um lugar seguro. As chuvas deixaram de existir, os raios já não caiam perto de mim, não havia escuridão, e não havia medo. Eu senti paz.
Em meio a essa paz, ouvi a voz de Deus, que me disse as seguintes palavras: "Amanda, não tenha medo, o que é dificíl pras pessoas, não será difícil pra você, porque eu estou contigo."

E todas as vezes em que eu me questiono, me preocupo com a vida, e com meus sonhos, todas as vezes em que tenho tantas perguntas e poucas respostas, eu ouço Deus me dizer essas palavras. De forma, que eu já não sinto mais medo, porque eu sei que eu tenho um Deus em quem eu posso confiar, Ele é a minha resiliência, é a força que me mantém de pé apesar dos problemas que eu possa enfrentar.
"Não tenha medo o que é difícil pras pessoas não é difícil pra você porque eu estou contigo". É essa a força que me faz continuar. É a certeza que eu tenho de que Deus tem um propósito pra minha vida, é a convicção de que a minha vida não é apenas uma existência sem nenhum sentido. Eu já não sinto mais medo.

sábado, 10 de setembro de 2011

Quem é Deus pra mim?

Me perguntei isso hoje, e a resposta não foi me dada de forma extraordinária. Não foi nenhuma teoria ou filosofia complexa, nenhuma resposta teórica, foi algo prático. Em um segundo vi como em alguns flashs pedaços da minha vida, e foi assim que encontrei a resposta.

Me lembrei de inúmeras vezes em que me esforcei tanto pra realizar uma prova, e tirei nota baixa.
Me lembrei das vezes em que ouvi pessoas me humilhando, e dizendo que eu fiz o que não havia feito.
Me lembrei das vezes em que me tranquei no meu quarto, e senti angústia senti que a vida não passa de um sopro, que nada nela faz sentido algum. Procurei respostas pra minha existência, mas não as achei.
Me lembrei das inúmeras vezes que errei, das inúmeras vezes que parei de confiar em mim, e que senti a dor da rejeição. Também me lembrei daquele impulso que senti de simplesmente perder a fé em tudo- nas pessoas e em mim-.
Quantas vezes, perdi totalmente a luz e me vi perdida em um labirinto escuro.

Entretanto, também vi que quando eu tirei notas baixas, Deus me mostrou que que era possível recuperar. Não houve nenhuma nota que eu não recuperei, e quando olho pra isso, vejo que não foi por mim. Eu não teria essa força. Foi Deus, com uma força maior que eu mesma que me fez superar meus próprios limites.
Sempre que ouvi alguma humilhação, e alguém dizendo de mim algo que me deixou triste, Deus me mostrou pessoas que acreditaram em mim e que me amavam.
Quando senti a angústia de procurar respostas pra minha existência e não encontra-las, Deus me mostrou que eu jamais as encontraria com minha visão limitada, me mostrou que Ele tinha as respostas que eu precisava. E Deus tirou a minha angústia, e me trouxe a paz.
Quando eu errei, Deus me deu forças pra consertar meus erros e ir pelo caminho certo.
Quando eu fui rejeitada, Deus me aceitou, e quando eu ia perdendo a fé nas pessoas e em mim, Deus me mostrou de inúmeras formas que Eu podia acreditar em mim, porque não era simplesmente eu, era Ele em mim, e eu não estava mais sózinha.

Todas as vezes em que entrei num labirinto sem luz, Deus foi minha luz. Sempre que quis desistir de tudo, Deus foi a força que me fez continuar. Sempre que me senti só, Deus foi a minha companhia. Quando eu não tinha perspectiva, Deus me ensinou a sonhar. Quando a vida me pareceu ser totalmente sem sentido, Deus foi a minha esperança. Sempre que senti dor, Deus foi meu lenitivo. E em todos os momentos que me senti angustiada, Deus foi a minha paz.

De forma que não sinto mais medo, porque eu tenho um Deus que me faz superar todos os motivos pelos quais eu teria razão para temer.

Então, acho que se alguém me perguntasse hoje quem é Deus pra mim, eu diria que Ele é a minha resiliência. É a força que me mantém de pé apesar dos problemas.

sábado, 13 de agosto de 2011

Depende do ponto de vista

"Há pessoas que choram pelas rosas terem espinhos, Há outras que sorriem pelos espinhos terem as rosas." Machado de Assis

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Todas as coisas

Todos os caminhos me levam a uma pergunta
Todas as perguntas me levam a uma resposta
E todas as respostas me levam até Deus.

Frutos do meio ?!

Quem somos nós ? Quem sou eu ? Por trás dos costumes e padrões que regem a sociedade, e por trás de tudo que aprendi com as pessoas ao meu redor, quem sou eu de verdade? Sem todas essas leis, sem todas essas burocracias culturais, o que vai dentro de mim? O que é meu e o que é do meio em que vivo?
Dizem que somos frutos do meio. No caso de essa afirmação ser verdadeira, nós não existimos. Tudo o que somos não passa de uma ilusão. Não somos nós, somos o meio em nós . Poderiamos ser qualquer outra coisa dependendo do meio em que vivemos. E é nesse sentido, que na essência, somos todos iguais.
Entretanto, cheguei a conclusão de que a afirmação que diz que somos frutos do meio, não passa de uma hipérbole. Não que inexista qualquer resquício de verdade nela, (a afirmação de que na essência somos todos iguais, continua válida) mas dizer que somos o lugar onde estamos, não pode ser verdade. Mesmo porque, cada um de nós, embora cheguemos ao mundo da mesma forma, ao passo em que vamos crescendo, temos a oportunidade de escolher quem queremos ser. O meio pode nos influenciar, mas não somos frutos dele. Afinal, se fosse assim, não teriamos controle sobre nossas próprias ações, e aquela antiga história de que somos seres racionais não seria real.
Afinal, quem somos nós? Frutos do meio? Não é o que eu diria, eu diria que somos frutos de nossas escolhas.
Tenho agora, um papel em branco e um lápiz na minha mão, está sob meu poder escrever a história da minha vida. São poderes concedidos a mim só e mais ninguém, e eu escrevo essa história a cada momento, a cada segundo em que tenho que enfrentar uma situação dificíl, o poder é todo meu, a responsabilidade é toda minha. E eu espero, que no fim, eu possa relembrar de uma história que valha a pena ser lembrada.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Contentando-me

Esses dias não tava muito feliz com o lugar onde eu moro ... Sabe quando bate uma vontade de estar em outro lugar? E logo eu, que nunca me acostumei a passar muito temo em uma região só, foram tantas baldeações, que eu acabo sempre tendo esses impulsos de voltar, de mudar...
Passei 15 dias na minha cidade natal, quando fui voltar, senti uma coisa estranha, uma vontade expontânea e repentina de ficar. Mas enquanto voltava, mudei meu foco...

Sabe, comecei a acreditar que enquanto eu estiver procurando coisas negativas onde vivo, vou sempre encontra-las. E isso não depende do lugar onde estou. Prometi então mudar a minha visão ..

E quando eu cheguei em Palmas, em uma das primeiras vezes me permiti gostar daqui... O calor continua o mesmo calor do inferno, as pessoas as mesmas, o colégio idêntico... A questão é que eu mudei, e isso fez toda a diferença.

Não preciso nem dizer que não tenho tudo o que eu queria, mas aprendi a querer tudo o que tenho, e isso me faz bem.